O Dia Em Que o Sol Se Apagou por GARCIA, NUNO GOMES
Preço: 16,90 Euros
Páginas: 336
ISBN: 9789897412585
Uma aventura com imaginação e rigor histórico para trazer a luz de volta a Portugal.

No dia 26 de março de 1487 o sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas – que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus –, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evite o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guardado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava quem o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão.
Enquanto Pêro da Covilhã narra o seu périplo de Lisboa à Etiópia, das Índias ao reino do Monomotapa, de Meca a Sofala, quase sempre disfarçado de mouro e constantemente perdido em bordéis, Salvador – um embalsamador albino com um estranho passado – ficará de guarda à mulher do espião, por quem nutre há muito um amor secreto, e não cessará de procurar os olhos que possam devolver a luz ao seu irmão Mil -Sóis.
É uma obra fascinante que inventa um cataclismo improvável para reescrever o período áureo da História de Portugal. Um romance de luz e sombra, de avanços e recuos, que cruza fantasia com rigor histórico. E que, no final, responderá a duas questões essenciais: irá o Sol regressar a Portugal? É a Europa o lugar certo para que Portugal continue a existir?

O Dia em Que o Sol Se Apagou, foi obra finalista do Prémio Leya em 2014.


Nuno Gomes Garcia nasceu em Matosinhos em 1978. Estudou História e Arqueologia nas Faculdades de Letras do Porto e de Lisboa, centrando-se na História Medieval, do Renascimento e da Expansão Europeia. Arqueólogo durante doze anos, especialista em Arqueologia Urbana, dedica-se actualmente à escrita de ficção e à consulta editorial. A viver em Paris há alguns anos, mantém ainda uma atividade política no seio da Diáspora. Casado com uma cidadã lituana, é pai de dois filhos.
O Dia em Que o Sol Se Apagou, obra finalista do Prémio Leya em 2014, é o seu segundo romance, depois de, em 2012, ter publicado O Soldado Sabino.
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